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@Carlosmaciel
Pra começo de conversa: quem nunca
passou pelo sufoco de ver o celular desligado e saber que precisaria de está
com ele carregado logo cedinho? Acho que todo mundo, né? E a dúvida é saber se
poderá deixar na tomada à noite inteirinha.
Um estudioso do assunto, o professor David
Mackay, da Universidade de Cambridge, Inglaterra, analisou não só esse uso, mas
também o custo para o nosso bolso. Segundo ele, e é uma verdade, nem todos
tiram da tomada após a bateria alcançar os 100% de carga.
Na sua análise, ele falou sobre o efeito de desconectar o carregador da tomada da parede e disse: “Desligar
obsessivamente o carregador é como socorrer o Titanic com uma colher de chá.
Desligue-o, mas, tenha ciência de quão pequeno esse gesto é”.
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O fato do aparelho conectado a noite toda, já muda o contexto. Sem ser a causa de grande estardalhaço. Com ele conectado, depois de atingir os 100% de carga – o consumo em média é de 2,4 W -, no final do ano não ultrapassa R$ 14,00. Mas aí vem outro problema: isso depende do número de pessoas que fazem o mesmo numa casa.
Risco de explosão?
Mackay, afirma que o risco de explosão
é mínimo. Sabemos que hoje, os aparelhos e carregadores, quando a energia se
completa, eles cortam uma boa parte dela. E isso ajuda na conservação dos
aparelhos. Apesar de entendermos que um ciclo de tempo de duração, tanto do
aparelho, quanto do carregador.
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O ideal mesmo é que não haja a necessidade de deixar o smarthphone conectado na tomada a noite inteira. Quando estiver com 20, 30% de carga, você coloca o aparelho para carregar. Nesse caso, ele carrega mais rápido do que se estiver com 60, 80%. A promessa do mercado é de carregadores mais rápidos, - já existem dispositivos que carregam em poucos minutos -, e isso livraria a todos dessa prática tão corriqueira, principalmente, entre aqueles que não vivem sem o celular.


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