UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA
DEPARTAMENTO DE ESTUDOS BÁSICOS E
INSTRUMENTAIS
UESB-EAD – AMBIENTE VIRTUAL
CURSO: ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS EM
EDUCAÇÃO
MUSEUS –
Conectando e construindo novos conhecimentos
CARLOS ALBERTO SOUZA MACIEL
Projeto apresentado
ao Curso de Educação a Distância em Educação - EAD da Universidade Estadual do
Sudoeste da Bahia - UESB como requisito final para a obtenção do título de
Especialização em Mídias em Educação.
Orientadora: Profª
Vanessa Santos Sampaio.
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ITAPETINGA-BAHIA
SETEMBRO / 2017
SUMÁRIO
1-
INTRODUÇÃO.........................................................................4
2-
OBJETIVOS.............................................................................6
2.1. Objetivo geral
2.2. Objetivo específico
3-
JUSTIFICATIVA.......................................................................7
4-
REVISÃO TEÓRICA................................................................8
4.1. A internet nas práticas de ensino:
tecnologia na educação
4.2.
Museus virtuais – novas experiências de aprendizagem
5-
METODOLOGIA......................................................................11
6-
PLANO DE AULA.....................................................................12
7-
BIBLIOGRAFIA.........................................................................14
1-
INTRODUÇÃO
A tecnologia tem provocado
uma mudança substancial no entender das coisas “as novas tecnologias da
comunicação e da informação permeiam o cotidiano, independente do espaço
físico, e criam necessidades de vida e convivência que precisam ser analisadas
no espaço escolar. A televisão, o rádio, a informática, entre outras, fizeram
com que os homens se aproximassem por imagens e sons de mundos antes
inimagináveis” [trecho do PCN, vol. 2, pg 24]. Isso provocou mudanças
significativas em nossa comunicação, que agora pode ser via sons, imagens,
textos, integrando mensagens e tecnologias multimídia.
Assim, considerando a
importância do uso da tecnologia na pesquisa, este projeto tem o objetivo de
proporcionar aos alunos, das series citadas anteriormente, uma maior aproximação com as práticas digitais
e o desenvolvimento de novas habilidades de pesquisa.
Para isso primeiro
optamos em fazer uma leitura através de livros e revistas, por ele ser o
instrumento principal dos trabalhos em uma sala de aula, com o objetivo de
verificar se havia nas citadas publicações, temas relativos ao objeto da
pesquisa. O passo seguinte será a abordagem do assunto entre alunos e
professores. O tema museu, por ser interdisciplinar, permitirá envolver nesse
trabalho de pesquisa professores do 7º ao 9º ano da escola.
Esperamos que este
trabalho possa proporcionar novos estímulos e contribua para novas pesquisas na
escola. A possibilidade de acesso a várias informações sobre o tema apresentado
é uma tentativa de ampliar e contribuir na sua reflexão. Sabemos que a
tecnologia se mostra como alternativa na mudança do processo de
ensino-aprendizagem que são vivenciadas por alunos e professores, ainda que não
seja pontual na escola, o resultado poderá ser positivo dependendo de como ele
estará sendo articulado.
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O projeto tem como objetivo a visitação em museu da
cidade e o estudo virtual de importantes museus pelo mundo, através da
navegação na internet, e é direcionado para adolescentes do 7º ao 9º ano do ensino
fundamental. Um dos aspectos principais será analisar as possíveis influências
deste tipo de espaço no
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processo de aprendizagem e coletar informações sobre bens
e valores culturais para a humanidade proporcionados por estes locais. Com a
tecnologia eletrônica, alunos e professores podem nortear suas pesquisas com
mais conhecimentos e interações. É importante que essa pesquisa, no âmbito de
qualidade de ensino-aprendizagem, possa ampliar o universo de referências
educacionais. A facilidade de comunicação e navegação na internet se abre para
múltiplas escolhas. As novas ferramentas possibilitarão comparações entre o que
ele visualizou no museu e o que foi encontrado na internet. Nessas visitas, on
line e in loco, procuraremos investigar, a partir dos relatos e apresentações
em sala de aula: Como os alunos lidam com esse processo? O que de mais
importante eles encontraram nessas pesquisas? O uso da tecnologia trouxe outra
visão nesse contexto? Qual a experiência foi mais impactante na aprendizagem?
Essas e muitas outras questões serão pesquisadas e analisadas com o intuito de
criar nova perspectiva no ensino-aprendizagem e esperando que o aluno
internalize esse novo conhecimento e reflexão.
2. OBJETIVOS
2.1 Objetivo
Geral –
· Através
de pesquisa em livros, revistas relacionada, internet e visitação, os alunos
poderão avaliar a importância de um museu; a sua influência cultural para a
humanidade e também o seu significado como objeto de pesquisa e estudo.
2.2.
Objetivo Específico –
·
Avaliar sucintamente a importância de um
museu como dimensão histórica, política e cultural para a humanidade.
·
Compreender
as transformações histórias através de obras de um museu.
·
Conhecer
museus através da internet.
·
Conhecer
o museu da cidade.
·
Estudar,
sob o aspecto cultural, a origem dos museus.
·
Ressaltar
o significado de algumas obras encontradas no museu de Itapetinga.
·
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Elaborar um
material para consulta de professores e alunos a respeito do tema: Museu de
Itapetinga e Museus Virtuais.
3 - JUSTIFICATIVA
|
Entendendo que
mudanças profundas vêm acontecendo no processo de ensino- aprendizagem,
principalmente dada às transformações proporcionadas pela tecnologia, fica
difícil estabelecer uma única forma de pesquisa de um determinado assunto. Se
antes, as pesquisas ficavam restritas, na maioria das vezes, às visitas a
biblioteca a procura de livros, já há algum tempo, isso mudou. Contudo, os
livros não foram abandonados, mas com o advento da internet, que não só
proporciona a leitura, como também, se visitar infinitos lugares e locais,
criaram-se novas alternativas. A escolha da pesquisa sobre museus ocorreu pela
importância que os mesmos representam para a educação. As atividades
vivenciadas pelos alunos permitirão uma profícua e divertida experiência de
aprendizagem, A alternativa de poder pesquisar, vivenciar virtualmente obras e
museus pelo mundo e também in loco na própria cidade, nesse caso específico,
Itapetinga. Nesta pesquisa, deverão ser creditados os relatos escritos e
fotográficos feitos pelos próprios estudantes durante as visitas ao museu da
cidade. Acreditamos também que essa é uma possibilidade importante na
preservação desse local como construção de conhecimentos e acesso livre para os
alunos do ensino fundamental que também convivem em outra realidade cultural e
social.
4-
REVISÃO TEÓRICA
4.1.
A internet nas práticas de ensino: tecnologia na educação
O
computador pessoal ou também chamado PC (Personal Computer em inglês) foi construído
na década de 70 por estudantes na Califórnia (EUA). No início funcionavam
isoladamente mas logo com a invenção de uma rede, eles conectados uns aos
outros. Segundo Ferrari (2003):
A
internet foi concebida em 1969, quando o Advanced Reseach Projects Agency (Arpa
– Agência de Pesquisa e Projetos Avançados), uma organização do Departamento de
Defesa norte-americano focada na pesquisa de informações para o serviço
militar, criou a Arpanet, rede nacional de computadores, que servia para
garantir comunicação emergencial caso os Estados Unidos fossem atacados por
outro país – principalmente a União Soviética (p.15)
Na
forma que conhecemos hoje, só foi acontecer em 1980, quando Tim Berners-Lee
inventou a World Wide Web (www), a partir dessa data foi facilitada a navegação
para todos, saindo do objetivo inicial que era para fins militares.
As
possibilidades de interação na internet abre um leque infinito e o seu acesso
se popularizou tanto que é impensável, diferentemente de anos anteriores, que
qualquer pesquisa ou estudo, não seja incluído o seu espaço. Apesar de, segundo
os PCN, “a discussão sobre a incorporação das novas tecnologias na prática de
sala de aula é muitas vezes acompanhada pela crença de que elas podem
substituir os professores em muitas circunstâncias. Existe o medo da máquina
como se ela tivesse vida própria” (BRASIL, 2002)
Nesse
processo e temor, ainda existente, quando se pensa em uso real da tecnologia em
apoio aos antigos métodos educacionais, vale lembrar que
|
[...] o computador não é por
si mesmo portador de inovação nem
fonte de uma nova dinâmica do sistema educativo.
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Poderá
servir e perpetuar com eficácia sistemas de ensino obsoletos. Poderá ser um
instrumento vazio em termos pedagógicos que valoriza a forma, obscurece o
conteúdo e ignora processos. (CABRAL, 1990:14)
Ao
usar os computadores, os professores e alunos devem entender que ele apenas
funciona como mais um processo de motivação e aprendizagem no ensino-pesquisa.
O acesso à internet, facilitado pela máquina, de acordo com Meurer &
Motta-Roth (2002) possibilita a inserção do aluno em diferentes contextos e em
situações reais de interação, que lhe permitem interagir por meio da linguagem,
agir no mundo e sobre os outros, engajar-se na leitura e na produção ativa e
crítica de textos que sejam representativos para sua vida social.
4.2.
Museus virtuais – novas experiências de
aprendizagem
Os
museus, assim como tudo nesse mundo moderno, para divulgar conteúdos e
informações dependem da tecnologia. A internet propiciou aos museus a interação
com o público através de criação de seus próprios sites. Neles, estão contidos
todo acervo, catálogos e folhetins.
Os museus representam
infinitas possibilidades para as pessoas dimensionarem e conhecerem fatos
históricos e culturais representativos para a humanidade. A palavra “MUSEU” é de origem grega, cujo
significado é “templo das musas”. Em Alexandria, era o local onde se estudava
artes e ciências. Na modernidade, a partir do século XVII, esses locais
começaram a receber doações de colecionadores particulares. O primeiro museu
moderno foi o Ashmolean Museum, fundado em 1683 por Elias Ashmole, na cidade de
Oxford, no Reino Unido. Já para visitação pública, o Museu de Louvre, fundado na
França em 1973, foi o pioneiro, com coleções acessíveis a todos e finalidade
recreativa e cultural. O primeiro museu
brasileiro foi fundado em 1862 em Pernambuco, Museu Arqueológico Histórico e
Geográfico Pernambucano. Hoje o mais famoso museu do país é o Museu de Arte
Moderna de São Paulo, fundado em 1947.
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Na Bahia, mais de setenta
municípios possuem museus, os principais estão localizados na capital do
estado, Salvador. Em Itapetinga, o Museu de Arte e Ciência foi criado pelo
Decreto Municipal nº 237, de 11 de novembro de 1969, pelo prefeito da época,
Jose Vaz Espinheira. A inauguração foi no dia 2 de junho de 1970, teve como
primeiras obras, dois esfolados confeccionados em Paris, pelo brasileiro Corrêa
Guimarães, que servia para estudo da anatomia humana (Silva, 2006, p.94-96). A
partir daí vários outras obras vieram através de doações de outros museus e
criações de artistas locais. Apesar de não mais funcionar no seu local de
origem, à Rua Olímpio Vieira, e sim numa sala no Estádio Municipal, ainda
representa muito, como local de preservação de cultura na cidade.
A
experiência de se visitar uma sala de um museu faz com que o visitante tenha
acesso à outra forma de conhecimento, favorecendo assim novas aprendizagens. Em
relação a isso, estudos empíricos indicam que o processo de recepção pode ter
um efeito facilitador em algumas situações de aprendizagem (Mayer, 1997; Souza,
2004). Utilizar esse meio como forma de desenvolvimento cultural, significa
trazer a tona aspectos da interação humana sob uma nova perspectiva de
comunicação. Hoje com a facilidade de acesso a internet, incorpora se a
navegação para outros campos, sem necessariamente o seu deslocamento mas,
contudo vale salientar que em relação aos museus, a visitação in loco, desperta
novos sentimentos e emoções.
Seguindo
as indicações de Gumbretch (2010) sobre o princípio da presença, a relação do
visitante de museu com o passado é diferente da ideia de nostalgia, de viagem
no tempo, de restabelecimento ou de retrocesso. O passado entendido pelo autor
como produto de cultura, é caracterizado por sua materialidade e possibilidade
de usos em cenários de simultaneidade de referência. Há uma presença do passado
que é incorporado e um presente da ação.
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5-
METODOLOGIA
Adotaremos para esta pesquisa
uma metodologia qualitativa, de cunho descritivo, por ser útil a nossa
abordagem. Utilizaremos, como técnica, estudo e observação participante e
sistemática no ambiente museu, com o objetivo de verificar de que forma os
alunos estarão buscando compreender os objetos observados e o seu significado
na história, pois, de acordo com Chizotti (2001, p.79), “o sujeito-observador é
parte integrante do processo de conhecimento e interpreta os fenômenos,
atribuindo-lhes um significado, e o objeto não é um dado inerte e neutro; está
possuído de significados e relações que os sujeitos concretos criam em suas
ações”. O museu escolhido para a pesquisa será o Museu da cidade de Itapetinga.
Durante as visitas haverá o acompanhamento do professor ou de um monitor, que fornecerá
as informações necessárias. Os outros métodos a ser utilizados será a
“visitação on-line”, que oportunizará ao aluno a inserção em diferentes museus
para observação das suas principais obras de acervos Serão também utilizados
outros recursos como: livros, revistas, apresentações em sala de aula nos
formatos power point / prezi e vídeos.
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6. PLANO DE AULA
DESCRIÇÃO DAS AULAS
Duração:
10
aulas de 50 a 60 minutos
Recursos:
·
Computador,
tablet ou celular com acesso à internet.
·
Projetor
·
Som
·
Papel
e caneta para anotações;
Conhecimento prévio:
Solicitar aos alunos que
discutam a importância do museu na cidade de Itapetinga. Questionar se já
fizeram alguma leitura prévia em alguma disciplina sobre os museus. Por fim,
pedir que cada grupo escolha a forma de apresentação da pesquisa sugerida que
poderá ser virtual ou local. Avaliar se os alunos reconheceram as
potencialidades culturais desenvolvidas pelos museus. Explicar a importância da
escolha do tema da pesquisa.
Estratégias:
1ª
aula - Solicitar aos
alunos que se reúnam em grupos e exponha as atividades a serem formatadas.
Duração: 50 minutos.
2ª
e 3ª aula - Instruí
os alunos em quais sites os mesmos irão pesquisar o tema “Museus”. Levá-los ao
Laboratório de Informática da instituição de ensino para o acesso a internet.
Caso a escola não disponha de Laboratório, verificar quais os alunos possui
celular com acesso a internet e que a pesquisa possa vir a ser abrangente a
todos, e reuni-los na sala mesmo.
Duração: 50 minutos cada.
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4ª e 5ª aula
- Conduzir os alunos para uma visitação ao museu de Itapetinga. Durante a
visita, com o auxilio da pessoa responsável pelo museu, solicitar que sejam
fotografadas algumas obras e documentos históricos encontrados.
Duração: 60 minutos cada.
6ª
aula – Analisar o
material fotografado no museu, pesquisar e fazer um relatório com auxílio de
pesquisa na internet.
Duração:
50 minutos.
7ª
aula - Preparar
apresentação na sala de aula, nos formatos power-point ou prezi e vídeos, do
material pesquisado na internet sobre os museus virtuais.
Duração: 50 minutos.
8ª e 9ª aula – Apresentação dos trabalhos
produzidos pelos grupos responsáveis pela visitação ao museu de Itapetinga.
Duração:
50 minutos.
10ª aula – Postagem dos trabalhos realizados
em um blog da escola.
Avaliação:
Os
alunos podem realizar livremente uma autoavaliação dos trabalhos. Falar da importância
cultural e de aprendizagem durante a atividade proposta. Avalie se os alunos aprenderam
pontos importantes, como costumes, hábitos e valorização da preservação da
história de um povo através do museu. Reforce suas orientações, caso
necessário.
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6-
BIBLIOGRAFIA:
REFERÊNCIAS:
BRAGA, D.B.
“A comunicação interativa em ambiente hipermídia: as vantagens da
hipermodalidade para o aprendizado no meio digital” In: MARCU
BRASIL.
Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica; Orientações curriculares
para o ensino médio: linguagens, códigos e suas tecnologias; Brasília; MEC/SEB;
2006.
CHIZOTTI, A.
Pesquisa em ciências humanas e sociais. 5. ed. São Paulo, Cortez, 2001, 164p.
(Biblioteca de Educação. Série 1 – Escola - v.16).
FERRARI, P.
Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2003 In Kd o prof? Tb foi navegar (Ana
Elisa Ribeiro)
Internet
& Ensino: novos gêneros, outros desafios / Adail Sebastião Rodrigues-Junior
et al. – 2.ed. – Rio de Janeiro: Singular, 2009.
MEURER, J.L & MOTTA-ROTH, D. “Introdução.” In: Gêneros textuais e práticas
discursivas: subsídios para o ensino da linguagem. Bauru: Edusc, 2002, p. 09-14.
SILVA, Maurício
Gomes da. “José Vaz Espinheira – o cidadão, o político, o mito – Maurício Gomes
da Silva – Gráfica Eureka: 2006, pág. 94 -96
REFERÊNCIAS ON-LINE:
http://www.museus.art.br/historia.htm.
Acesso em: 09/08/2017
http://www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2011/05/gmb_nordeste.pdf. Acesso em:
15/08/2017
GUMBRECT,Hans
Ulrich. Produção de presença. O que o
sentido não consegue transmitir. Rio de Janeiro, Contraponto, Ed. PUC – Rio,
2010. Disponível em http://revistas.unibh.br/index.php/dchla/article/view/818/471.
Acesso 22/08/2017
http://portal.pucminas.br/imagedb/mestrado_doutorado/publicacoes/PUA_ARQ_ARQUI20120828101647.pdf. Acesso 22/08/2017
As
novas tecnologias e as inovações curriculares. In http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/novas_tecnologias1.pdf
Acesso em 24/08/2017
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